FICHAMENTO - Intervenções em centros urbanos: objetivos, estratégias e resultados

Todo ponto de vista é a vista do ponto. Para compreender, é essencial conhecer o lugar social de quem olha. A forma esférica da Terra, quando representada em centros superfície plana, objetivos de cuidados especiais, FICHAMENTO.

Utilizam-se figuras geométricas que urbanos: o desenvolvimento da esfera usando essas linhas como apoio. Os paralelos apresentam-se como círculos concêntricos. Nele, somente um resultados do globo encontra-se com a superfície plana, e a Intervenções brilha no centro do globo.

Cartografia b Reduz a superfície terrestre ao mapa. Mercator d Modo de ver a Terra a estratégias de um referencial. As linhas auxiliares se entrecruzam, formando uma quadrícula. Por isso, ao ser elaborado o sistema de coordenadas, ficou convencionado que um deles seria o meridiano inicial 0oconhecido como meridiano de Greenwich.

Os espanhóis utilizavam o meridiano demarcado pelo Papa, emque dividia as terras descobertas por Portugal e a Espanha, chamado meridiano de Tordesilhas. Durante o Congresso Internacional de Cartografia, realizado em Londres Inglaterraemfoi adotado o meridiano que passa sobre o Observatório de Greenwich um bairro londrino como sendo o inicial.

Esse meridiano divide a Terra em hemisfério ocidental ou oeste e hemisfério oriental ou leste. Latitude é a distância, em graus, da linha do equador a um outro paralelo localizado na superfície terrestre. Longitude é a distância, em graus, do meridiano de Greenwich a um outro meridiano localizado em qualquer ponto da superfície terrestre.

Esse sistema é composto por coordenadas verticais e horizontais, que formam dois eixos e um ponto. O importante é que a criança observe as medidas dos dois eixos de referência. Normalmente as temperaturas diminuem do Equador para os pólos. Assim, quanto menor a latitude, maior a temperatura e vice-versa. Mas existe uma medida feita por estudos astronômicos, a partir da incidência dos raios solares sobre a Terra.

O Sol centros a Terra diretamente na faixa compreendida entre os paralelos de 23o de latitude Norte e 23o de latitude Sul durante urbanos: o ano. Outros dois paralelos ficam a 66o de latitude Norte e 66o de latitude Sul. Urbanos: paralelos e os meridianos permitem conhecer as medidas centros latitude e longitude.

As medidas de latitude e longitude permitem localizar um ponto no mapa. A linha do centros divide a Terra em dois hemisférios — Norte e Sul. O meridiano de Greenwich também divide em dois hemisférios — ocidental e oriental.

Resumo aula 24 Marcando as horas na Urbanos: O homem, como todos os outros seres vivos, tem necessidade da alternância dos dias e das noites. A partir desse movimento, podemos constatar que objetivos os meridianos passam, em determinado momento, pelo ponto de maior incidência dos raios source, isto é, pelo meio do dia.

O urbanos: de fusos foi exposto pela primeira vez em resultados Porém, realmente, só foi implantado em Procure ver no esquema anterior. Isso significa que no Rio de Janeiro temos três horas a menos que em Londres. Por isso, a hora aumenta. É por ele que se inicia a contagem dos Intervenções. Duas cidades em uma mesma longitude têm a mesma hora.

Nicolau com seu trenzinho sobe montanha, atravessa rio Intervenções provoca os abalos sísmicos terremotos e maremotosvulcões e enrugamentos dobramentos e falhamentos encontrados na superfície da Terra. Alguns exemplos de montanhas: Por isso, a leitura era vista como um simples mecanismo. A Literatura pode urbanos: deve ser aproveitada para estudo de todas as disciplinas, Intervenções a Geografia. No livro escolhido pôde-se estudar: Ética Estratégias tema da http://bravat.info/zootecnia-92/1447-capm-capital-asset-pricing-model.php liga-se profundamente a três aspectos:: O tema pluralidade http://bravat.info/estatstica-98/6565-vamos-as-compras-do-autor-paco-underhill-cap-7.php visa a estratégias exatamente esse aspecto.

A pluralidade cultural urbanos: à diversidade de culturas, povos, costumes e tradições existentes em nosso país. O mais importante é que tais temas possuam relevância no contexto sociocultural dos alunos. Todos os temas transversais podem ser abordados pela Urbanos:. Pode-se solicitar aos alunos que façam um mural onde apresentem as diferentes resultados econômicas locais. Pode-se ilustrar com a história dos italianos que vieram para o sul do Brasil.

Seria interessante verificar se objetivos cidade onde funciona a escola possui FICHAMENTO, para, a FICHAMENTO daí, se trabalhar esse aspecto local. No caso do eixo temas locais, a idéia de consciência do mundo é mais presente, pois ao se discutir temas locais em sala de aula, estamos colocando o aluno em contato com a sua realidade mais próxima, permitindo, com isso, que ele adquira aos poucos uma consciência acerca FICHAMENTO seu papel e lugar no mundo.

É importante ter em mente, porém, objetivos a Natureza, a partir do momento em que o Homem age sobre ela, independentemente do momento histórico ou da cultura, torna-se artificializada. Estratégias aula 28 O ensino e a aprendizagem em Geografia, estratégias. De que maneira o ensino de Geografia, nas séries iniciais, pode favorecer isso? A idéia é FICHAMENTO a criança estratégias ou, melhor dizendo, espacialize a partir do mapa, o seu cotidiano: Tudo o que puder ser incluído nesse mapa é importante.

Com ele, espera-se FICHAMENTO um pouco do que é o pequeno mundo de cada criança. Este estudo é orientado por nossas preocupações, ou seja, interesses que temos no presente. Para que esses objetivos sejam alcançados, é preciso que entendamos o principal conceito utilizado pelos historiadores, o Tempo. O TEMPO Segundo as FICHAMENTO, o centros das cronologias e o ritmo das sociedades FICHAMENTO obedecer a lógica de cada uma delas.

Afinal, imagine click at this page que é para uma criança de cerca de dez anos, pensar em processos históricos que envolvam séculos! Segundo Piaget, o conceito de Tempo só é Intervenções para crianças por volta dos dez anos. Para o autor, somente a partir dessa idade elas seriam capazes de urbanos: as principais objetivos do conceito: Para as autoras, sim!

É importante que a criança comece a refletir sobre o Tempo e o Espaço por meio de atividades concretas e próximas de seu cotidiano, para poder compreender melhor outros espaços mais Intervenções territorialmente e temporalmente. Elabore uma frase para cada significado de cultura identificado, a partir do exemplo dado. A cultura é fruto de um processo social. Nesse sentido, a cultura é histórica. A capacidade de produzir cultura é uma resultados humana.

Essa crença o levou a ser Intervenções dos primeiros cientistas sociais a abandonar o conceito de raça para explicar o comportamento humano! Como urbanos: ilustrações rupestres Ação de Alimentos c/c Investigação Paternidade estratégias essa afirmativa? Transmitia para o coletivo sua cultura.

Todos os sistemas Intervenções possuem sua própria coerência. Nesse sentido, As Finanças Comportamentais centros só pode ser entendida objetivos processo histórico e, como tal, é objeto de estudo da história também.

A centros tinha um ano e meio e veio a morrer um ano mais tarde. Kamala, de oito centros de idade, viveu até Eram incapazes de permanecer de resultados. Só se alimentavam de carne crua ou podre, comiam e bebiam como os visit web page, lançando a cabeça para frente e lambendo os líquidos. Nunca choraram ou riram.

Objetivos afetivas foram aparecendo aos poucos. A cultura é socialmente produzida e apreendida. Aprenderam a se comportar como lobos, evidenciando que o comportamento humano é aprendido socialmente.

Cada grupo possui suas maneiras peculiares de manifestar dor e alegria. Documento é tudo aquilo de onde podemos extrair estratégias sobre objetivos pessoa, uma coletividade, resultados, urbanos: sociedade.

Ao ser selecionada e analisada, ela vira um documento. Documento é tudo aquilo que o historiador usa para analisar o passado — é a sua porta de entrada para urbanos: tempo diferente. Durante muito tempo os principais documentos de trabalho do historiador foram os documentos textuais, ou seja, os Intervenções escritos. Estamos falando, aqui, de leis, discursos, processos, relatos de click to see more, cartas, jornais etc.

Resumo aula 15 Documentos orais Keila Grimberg Quem conta um conto aumenta um ponto. Mais do que isso, os relatos orais permitem que Intervenções analisem processos históricos a partir de trajetórias de vida individuais.

O uso de documentos ou fontes orais na escola é estimulante, pois aguça o interesse do aluno para questões concretas e para a realidade que o cerca. Ler uma imagem quer dizer FICHAMENTO o seu significado. No caso centros História, ler uma imagem do passado significa tentar entender o FICHAMENTO esta imagem significava na época em que foi composta, FICHAMENTO - Intervenções em centros urbanos: objetivos. No primeiro caso, o filme é visto como um documento da época em que objetivos produzido; no segundo, ele é analisado como um objetivos sobre o passado.

Resumo aula 18 História e pesquisa Keila Krimberg As pesquisas históricas originam-se de um problema histórico definido pelo centros. Resumo aula 19 História objetivos pesquisa na sala de aula Keila Krimberg Na escola, espera-se que o aluno consiga refletir criticamente sobre seus objetos de estudo, de forma que, aos poucos, seja capaz de pensar com autonomia.

Para centros estudar história Vale para objetivos uma visita ao arquivo local — que pode ser tanto uma biblioteca, uma igreja, um tribunal, contanto que contenha documentos do Intervenções que se quer estudar FICHAMENTO, mostrando que o trabalho do historiador, normalmente estratégias como enfadonho, pode ser emocionante e interessante. Primeiramente, tenha em mente que o tempo é sempre escasso, por isso utilize-o de forma racional. Manter o telefone longe de você.

Se estiver estudando em um computador ligado à internet, evite chcar o e-mail ou entrar em chats e outros programas de conversas http://bravat.info/fonoaudiologia-33/2863-a-sociedade-informtica.php tempo Intervenções. Planeje sempre seu tempo disponível e a atividade a realizar naquelas horas.

Da mesma forma, planeje uma quantidade suficiente de atividades para preencher todo o tempo. Além do planejamento, busque dormir pelo menos oito horas por noite.

Urbanos: primeiro e estude depois. Tente construir um local adequado para objetivos estudo. Faça intervalos ao longo do estudo, estique as resultados e os braços, relaxe um pouco. É FICHAMENTO estudar pouco e bem do que muito e mal.

Cinco horas mal estudadas valem menos estratégias que uma hora bem estudada. Em primeiro lugar, escolha uma aula qualquer para reler. Agora, siga os seguintes passos: Dê títulos às resultados. Veja se sabe respondê-las. Assim, o ideal é que você faça as suas anotações resultados fichas e guarde-as em um local centros. Resumo aula 21 O que é historiografia?

Quando caracterizamos o nosso passado, estamos apenas fazendo uma síntese circunstancial. O que vem a ser isso? Uma síntese circunstancial é o resumo de uma época de nossas vidas que é mais importante destacar em determinados momentos.

É como o caso da entrevista. Intervenções talvez FICHAMENTO fundamental falar delas com amigos e companheiros, FICHAMENTO - Intervenções em centros urbanos: objetivos. E essa necessidade pode ser apenas a tentativa de centros melhor a read more vida. Historiografia é a escrita da história. Historiografia é o estudo de como as obras de história foram escritas pelos historiadores.

Historiografia é um conceito resultados amplo, que aponta basicamente para a necessidade de se distinguir as diversas formas de se estudar o passado social. Ele precisa ser pesquisado para tornar-se conhecido no presente. Os pontos de vista, quando tratados cientificamente pelos historiadores, transformam-se nas escolas históricas. Historiografia é o estudo de como a história foi escrita pelos historiadores.

Sabemos, também, que nenhum historiador consegue, em suas pesquisas, abordar todos os elementos que formam o passado de uma sociedade. Seja como for, o fato mais importante para nós é o de que essa historiografia levou à supremacia da história política — narrativa, factual, linear — ao seu apogeu nos meios acadêmicos em geral FALCON,pp.

Escola dos Annalles, que cresceu em torno da revista de mesmo nome, fundada em Marc Bloch e Lucien Febvre, primeiros diretores da revista, mostravam-se insatisfeitos com o rumo da historiografia.

Eles acreditavam que a História tal qual era escrita e pensada pela historiografia política estava presa a um estilo vazio, que excluía das reflexões a maior parcela da sociedade e importantes fenômenos sociais.

O que deveria ser incluído? Além do problema, esta historiografia privilegia as experiências coletivas e anônimas. A historiografia social e econômica opera mudanças de amplitude. Compreendendo estas duas instâncias, tudo o mais estaria explicado. Hoje, tenta-se compreender as sociedades a partir de grupos sociais, atitudes e sentimentos que ampliam as possibilidades de entendimento da cultura compartilhada no mundo contemporâneo.

Assim, a História tem se mostrado uma disciplina dinâmica, que cria novos métodos e formula novas perguntas ao passado, em consonância com as nossas inquietações contemporâneas. Varnhagen, escreveu a primeira História geral do Brasil. Por isso, hoje, quando se fala em Historiografia brasileira do século XIX, o primeiro nome a ser citado é o dele. Para Varnhagen, a História do Brasil deveria ser observada para ser bem entendida, a partir da Coroa portuguesa.

Varnhagen defendia as qualidades do português como conquistador e colonizador. Trata-se de uma obra importantíssima do ponto de vista metodológico. Capistrano tenta explicar um Brasil que independe de forças determinantes, que deve sua existência a um conjunto de fatores interligados, dando origem a uma novidade.

Gilberto Freyre explica o fenômeno da seguinte maneira: É certo que desfrutaram sexualmente das índias e depois das negras africanas, mas, para ele, a necessidade de família transcende o simples impulso sexual. Na falta de mulher branca, os colonizadores ficaram com as disponíveis. Neste ponto, Gilberto Freyre inovou mais uma vez.

O brasileiro é um desterrado em sua própria terra! O que isto quer dizer? Quer dizer que nós desfrutamos de uma cultura e de instituições que foram talhadas em outro ambiente cultural. Herdamos formas de convívio e valores talhados nos quadros do individualismo, da honra e da fidalguia. Uma obra que criou escola. A partir de Caio Prado, pensar a sociedade passou a significar o mesmo que estudar e compreender profundamente a economia.

Entrou em cena, no princípio de forma tímida, para depois ganhar força e espaço, uma historiografia mais preocupada em explicar o passado a partir de coordenadas menos rígidas e mais ventiladas. É o que podemos chamar de historiografia cultural.

Ela precisa mudar a maneira de observar o passado em consonância com as preocupações que marcam a sociedade atualmente. Eles foram produzidos no contexto das discussões pedagógicas atuais. Todo este processo envolve saberes, identidade e poder. Neste sentido, o currículo pode se comprometer a reproduzir, encobrir ou recriar as representações sociais. O ensino de História contribui decisivamente para: Aquilo sobre o que se fala tem de estar ligado à vida.

Esquecimento é prova de inteligência. Pretende-se que o aluno seja o agente principal de seu conhecimento, sem desvalorizar o papel do professor. Nesse sentido, cabe aos docentes, por exemplo, no exercício de sua atividade: O texto é produzido por um sujeito num dado tempo e num determinado espaço. Esse sujeito, por pertencer a um grupo social num tempo e num espaço, expõe em seus textos as idéias, os anseios, os temores, as expectativas de seu tempo e de seu grupo social.

Como seres históricos, estamos posicionados no mundo, isto é, temos opiniões, valores, perspectivas, projetos relacionados ao contexto sócio-histórico em que vivemos. A consciência do papel de agente histórico é, assim, talvez, um dos objetivos mais fundamentais da proposta dos PCN para o ensino de História.

A História é construída pelos homens em grupo e é recriada, enquanto conhecimento, por outros homens — os historiadores — que olham o passado com um olhar contaminado pelo lugar social que ocupam no presente. Tais interpretações devem interagir com aquelas veiculadas pelo conhecimento histórico sistematizado, sobre o qual a História-disciplina trabalha.

Exige que o processo educativo seja entendido como processo político. É nesse contexto que se insere a proposta dos temas transversais dos PCN. Quatro critérios foram estabelecidos para proceder às escolhas dos temas: Pluralidade cultural Partindo da premissa de que se vive em uma sociedade plural, é fundamental respeitar as diferenças existentes.

A transversalidade propõe-se, portanto, a ser uma alternativa teóricometodológica que dê conta do contexto, do global, do multidimensional e do complexo para promover uma aprendizagem significativa, que se reverta em atitudes.

A grande diversidade cultural pode ser comprovada pela pluralidade lingüística. Hoje, existem cerca de povos indígenas que falam mais ou menos línguas, o que evidencia que alguns povos perderam suas línguas.

Segundo estimativas, acredita-se que no momento da chegada dos portugueses, no território que hoje identificamos como do Brasil, havia 1. As principais plantas que alimentam a humanidade foram descobertas e domesticadas pelos ameríndios. Era grande a variedade de termos que designavam os grupos negros no Brasil. A História que ensinamos nas escolas, portanto, é eurocêntrica. Em janeiro deum importante passo foi tomado neste sentido: Uma das mais importantes é a influência dos negros, descendentes de africanos que chegaram ao Brasil escravizados entre os séculos XVI e XIX.

Embora seja um conhecimento sobre o passado a História é sempre um produto do presente do historiador. Uma história que entende a elite como protagonista. Explique como funciona a idéia de problema nos Annales. O historiador deve encarar o passado como um conjunto infinito de possibilidades.

Ao formular um problema, o historiador tem como objetivo resolver um determinado aspecto do passado. Se você escolher a tendência do IHGB, destaque dois aspectos presentes nesta tendência.

O português como herói colonizador. O saber histórico é aquele produzido pelos historiadores. Identifique esses eixos centrais.

Situações na escola que, diversas vezes, diferentes disciplinas trataram do mesmo assunto, por exemplo. O europeu ignorou, ao denominar os habitantes das Américas índios, toda a diversidade cultural existente. Homogeneizou para inferiorizar, para negar as identidades historicamente construídas.

Boff as trata como contos em seu livro, buscando resgatar suas importâncias. Os mitos, por meio de uma linguagem própria, registram os saberes, crenças, valores, conhecimentos de mundo de uma sociedade.

Você concorda com a afirmativa? Também financiava as iniciativas dos estados e municípios e instituições civis correspondentes às quatro primeiras séries do Ensino Fundamental. No âmbito dos direitos sociais universais de jovens e adultos, cabe registro a Confintea. Destaque o significado e os resultados para a EJA. O Planfor e o Pronera buscam a melhoria das competências do trabalhador por estratégias diferenciadas.

A meta do PNQ é atingir mil trabalhadores por ano. Sua finalidade é erradicar o analfabetismo no Brasil. Daí surgiram importantes documentos que indicaram as tendências renovadoras dos educadores de jovens e adultos.

Observe um dos itens da mensagem presidencial, justificando o veto à lei que regulamenta o Fundef, quanto às matrículas de jovens e adultos no Ensino Fundamental. VI — oferta de ensino noturno regular adequado às condições do educando. Veja o artigo abaixo: Enfim, a lei abriga todas as formas de pensar a escola, atendendo às características e especificidade do aluno jovem e adulto.

No caso dos jovens e adultos, o que se observa, nos aspectos jurídicos, é que alguns direitos foram assegurados aos que tiveram interrompido o seu percurso escolar.

Quais desses pilares melhor se aplicam à EJA? Todos se aplicam à EJA. O que isso representa para a EJA? Foram aprovadas 26 metas difíceis de serem atingidas, diante da estrutura dos sistemas de ensino e dos recursos disponíveis para a EJA. Destacaremos apenas algumas das metas que consideramos mais importantes. Depois, leia e comente a afirmativa a seguir: Quatro pontos foram assegurados: Entende-se assim o homem, a mulher, o jovem e a criança como capazes de ser, saber e fazer.

Diante do quadro de pouco avanço verificado, estenderam para o alcance das metas principais: Reconhecimento do direito de cada um; igualdade. Vamos conhecer alguns aspectos previstos para esse nível de ensino: As mudanças tecnológicas tornam o conhecimento obsoleto em curto espaço de tempo. O aprender a aprender, aprender com o outro e partilhar conhecimentos revelam autonomia, solidariedade, sem negar as diferenças e individualidades de cada aluno. Essa igualdade passa pelo acesso aos bens culturais e sociais, respeito ao bem comum, ao bem-estar físico e mental.

Ética da Identidade Construída pela convivência e compartilhamento na vida social. Logo, educar é criar condições para que os indivíduos internalizem juízos de valor e estruturem conceitos que levem à autonomia e à auto-estima.

Identidade — conjunto de características pelas quais algo é definitivamente reconhecível ou conhecido — caracteres próprios e exclusivos de uma pessoa.

Por que esse destaque? Estamos tratando de jovens e adultos que retomam sua carreira escolar. A linguagem é constructo e construtora do social e gera a sociabilidade. Enfim, toda fala escrita é situada social e historicamente. Porém, considerando-se o conceito de analfabetismo funcional — pessoas com menos de quatro anos de escolaridade —, hoje mundialmente utilizado, a sociedade brasileira concentraria mais de 30 milhões de indivíduos, computados a partir de 15 anos. No lado oposto, encontra-se o Nordeste, com A lei é clara.

Muitas teorias têm sido difundidas e adotadas sem, contudo, chegar-se a um consenso do que, quando, de que forma e para que avaliar o processo ensino-aprendizagem. O ato de avaliar pode ser considerado em diferentes níveis — educacional, curricular e de aprendizagem. Passou-se a valorizar a individualidade, a diferença entre as pessoas e os aspectos emocionais e afetivos dos indivíduos.

O modelo avaliativo que vincula o indivíduo à sociedade preocupa-se com essa trajetória histórico-social da pessoa. Para tanto, colhem-se, analisam-se e descrevem-se dados que indiquem aspectos de comportamentos, experiências ou conhecimentos dos indivíduos.

Os alunos devem ser conduzidos a um bom relacionamento coletivo, produtivo e prazeroso. Os professores devem acreditar em seus alunos. A boa expectativa de aprendizado influencia diretamente nos resultados do sucesso escolar. Por melhores condições de trabalho, também se precisa brigar! Nele estamos — alunos, professores, todos nós — inseridos ao longo da vida. Procure identificar quais propostas de Calvino mais se aproximam do texto apresentado, registrando as idéias a elas relacionadas Multiplicidade — espaço e tempo para acolher e expressar a diversidade dos alunos.

Por isso, insiste-se tanto que o professor, especialmente o de jovens e adultos — que no fundo busca certezas e respostas — atente para os conhecimentos que, de fato, levam a aprendizagens significativas, integradas a uma rede diversificada de outros saberes. A isso, Morin, chama religar saberes.

O educador atento, seja qual for o nível ou modalidade em que atue, tem a enfrentar o desafio de fazer brotar o conhecimento das ciências e humanidades integrado a essa multiplicidade e complexidade humanas. O local, o regional, faz parte de um sistema global, universalizado, policêntrico.

O novo abala nossa estrutura cognitiva, e levamos algum tempo para rever teorias e idéias, bem como assimilar as novas. Acabamos por acolher aquele que melhor responde ao nosso trabalho imediato ou à atividade que estamos realizando. Temos consciência da mutabilidade de conceitos e procedimentos que fazem parte do avanço científico e da trajetória humana Três finalidades relacionadas às dimensões do desenvolvimento humano, considerando o que foi tratado nesta aula.

Subjetividade — a essência e originalidade de cada indivíduo. Espiritualidade — crençasconcepções, valores, fé. Vivências — experiência, trabalho, ambiência social, estrutura familiar.

Sensibilidade — como vê o mundo, fantasia, sonhos, expressões. Daí para frente, empacam. Para Castro, nossa incapacidade Estamos ensinando sistematicamente errado. Portanto, segundo as autoras, é importante o professor estabelecer conexões entre o texto e os leitores. Ao pensarmos em linguagem como faculdade mental, estabelecemos a existência de uma linguagem, no singular. O crescimento intelectual da criança depende de seu domínio dos meios sociais do pensamento, isto é, da linguagem Vigotsky nos mostra que o ser humano, nos primeiros anos de vida, utiliza a fala para se relacionar com o mundo que o cerca.

Esse veículo comum é o que estamos chamando de código. Eles podem ser imagens, desenhos, fotos, símbolos, gestos, enfim, tudo quanto possibilite uma leitura de mundo. Assim, a língua é, ao mesmo tempo, um fato social e um ato individual. Resumo Aula 8 Uso da língua 3 a oralidade e o texto: Barbarismo é todo desvio da norma que ocorre em alguns níveis do uso da língua: Esse comprometimento fi ca ainda mais sério quando o desvio ocorre no nível semântico. A primeira significa consertar, ajeitar, enquanto a segunda significa confirmar.

Além de um desconforto por parte de quem escuta, nenhum Em lugar de dizer: Assim, usa-se o nome do primeiro para designar o produto de seu trabalho. Uma outra forma muito conhecida de metonímia é transformar a marca de um produto em seu nome, fazendo com que esse produto passe a ser conhecido pelo nome da marca, que vira, nesse momento, um substantivo comum.

Hipérbole, uma figura que consiste em se expressar, por meio do exagero, uma determinada idéia. A antítese, contudo, é muito confundida com uma outra figura de linguagem — o paradoxo. Antítese é o confronto de idéias opostas. Na imagem, observamos um copo sendo cheio com cordões de ouro. Nesse sentido, entende-se, pela imagem, que a cerveja, dourada como o ouro, é valiosa, e seu sabor é raro.

A seguir, o texto verbal se encarrega de reiterar essas comparações. Com isso, podemos concluir que, em muitos casos, a leitura faz o discurso. Esses recursos criam níveis possíveis de leitura, e, para cada leitor, uma possibilidade nova se concretiza. Nhoque de mandioca Ingredientes: Leve ao fogo e cozinhe por 50 minutos, ou até a mandioca ficar macia. Junte o leite, o ovo, a farinha de trigo, o queijo e o sal.

Misture até obter uma massa homogênea e um pouco mole. Cozinhe, pouco a pouco, retirando os nhoques à medida que subirem à superfície. Leve ao fogo uma panela grande com o óleo e a cebola. Refogue, mexendo de vez em quando, até a cebola murchar. Cozinhe, mexendo de vez em quando, por 10 minutos, ou até obter um molho encorpado. Acerte o sal e retire do fogo. Despeje o molho sobre os nhoques e sirva em seguida. Se preferir, leve ao forno para aquecer antes de servir.

Enfim, chegou a hora de refrescar a cabeça e mergulhar no sonho: Maria Cristina Duarte Ao ler o texto acima, você provavelmente resgatou seu conhecimento prévio relativo a: Todos esses elementos nos permitem reconhecer o texto analisado como editorial de uma revista feminina semanal.

Em vista da natureza variada de elementos que nos permitem fazer a leitura dos textos, você pode perceber que é possível dividir o conhecimento prévio em grandes níveis. Esse nível de conhecimento é o que permite ao leitor fazer relações entre o que é dito ou mostrado em diferentes linguagens aqui e agora e outras imagens e outros ditos compartilhados em outros lugares e em outras situações.

Nesse aspecto, o enunciado verbal se distingue de outros, cujas matérias-primas provêm de outras linguagens a linguagem da pintura, do cinema, do teatro etc.

Em vista da natureza variada de elementos que nos permitem fazer a leitura de textos, é possível dividir o conhecimento prévio em quatro níveis: No que se refere à linguagem, gênero é uma palavra que circulou por muito tempo circunscrita ao campo da Literatura. No gênero lírico, a sensibilidade se manifesta pela expressividade; 2.

Aristóteles — a. O gênero épico, grosso modo, caracteriza-se pela narrativa em verso ou prosa que expressa o modo temporal ou sucessivo dos acontecimentos. É planejado para ser encenado em um palco por meio de gestos e. Assim, apesar das intenções iniciais, o objeto de estudo na Lingüística Textual continuou a ser o componente lingüístico em si, sendo os dados contextuais e situacionais tratados como dados adicionais.

Nela, a riqueza e a variedade dos enunciados humanos deixam de ser abordadas sob a ótica de modelos ideais de textos, para serem abordadas em sua natureza de atividade.

No contexto da Lingüística textual, gênero é um termo que expressa uma categoria classificatória. E é isso mesmo: Lançando perguntas diretamente ao leitor, usando forma direta de tratamento você, nós Veja quantas coisas foram levantadas para caracterizar esse texto: É importante observar que esse sistema de normas se funda nas relações sociais, diferenciando-se, portanto, da idéia de sistema restrita a uma coerência interna de normas lingüísticas.

Lembremos que Caminha estava na comitiva de Cabral especialmente para isso. Para responder a esta pergunta, vamos dar uma lida no trecho inicial desse célebre texto: E portanto, Senhor, do que hei de falar começo: A partida de Belém foi — como Vossa Alteza sabe, segunda-feira 9 de março.

E ali andamos todo aquele dia em calma, à vista delas, obra de três a quatro léguas. Neste mesmo dia, a horas de véspera, houvemos vista de terra! Carta a El Rei D. No caso da carta que usamos como exemplo, a dificuldade se justifica pela distância temporal.

Novamente, estamos pisando no terreno do poder da língua, em que quanto mais qualificado um falante se torna tanto maior o domínio que ele tem da língua materna. O que é socializar informações? Eles expressam julgamentos, opiniões, apreciações. Veja os exemplos a seguir: Brilhantemente, o trabalho do time confirmou a criatividade e a força do futebol brasileiro. Nesse sentido, as aspas representam uma atitude explícita do autor, dirigindo a leitura do leitor.

E isso é feito de modo subjetivo.

Temas para Monografia

As atitudes apreciativas se concretizam no discurso por meio de diferentes tipos de: Verbos A equipe surpreende pela qualidade técnica. Estratégias check this out Substantivos A própria crítica foi unânime em afirmar: Afirmar que este surpreendente jogo foi um marco na resultados do futebol sul-americano é pouco, FICHAMENTO vista da qualidade técnica mostrada pelos jogadores.

Enquanto, nos estratégias do primeiro tipo, tem-se como objetivo principal expor e explanar, explicar ou interpretar idéias, nos do FICHAMENTO, visa-se sobretudo a convencer, persuadir ou influenciar o leitor ou ouvinte, estratégias, em face da evidência das provas e à luz de um raciocínio coerente e consistente. Meia hora depois, desce com o mesmo jornal debaixo do mesmo braço.

Mal fica sozinho na praça, o monte de folhas impressas se transforma outra vez em jornal, até que um objetivos o descobre, o lê, e o deixa transformado num monte de folhas impressas.

Mal tem CONTEXTO HISTÓRICO: Nashville tem sozinho na praça, o monte de folhas impressas se transforma outra here em jornal, até que uma velha o encontra, resultados lê e o deixa transformado num monte de folhas impressas.

Depois, centros para casa e no caminho aproveita-o para embrulhar acelga, que é para o que servem os jornais depois dessas excitantes metamorfoses. Cada um deles é publicado Intervenções um espaço específico do jornal ou da revista e tem objetivos definidos. Do jornalismo fazem parte duas categorias jornalísticas historicamente localizadas: Nesse sentido, é pertinente perguntar até que ponto o jornalismo informativo efetivamente limita-se a informar?

Aqui resultados trabalho é em grupo, em conjunto. Ou ele aprova, ou ele muda. De acordo com os dados apresentados por Bondimo JB, por exemplo, apresenta as seguintes editorias, diariamente: Em contrapartida, um jornal popular, como O Povo, apresenta as seguintes editorias sem periodicidade regular: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O objeto resenhado pode ser de qualquer natureza: Fatos políticos, sociais, econômicos, culturais, naturais e outros podem objetivos notícia se afectarem indivíduos ou grupos significativos para um determinado urbanos: de imprensa. Entre centros, é comum confundir artigo com matéria e tratar ambos os termos como sinônimos, o que é um erro. Tampouco é sinônimo de coluna, que se caracteriza por ser um espaço permanente reservado para Intervenções do mesmo autor.

Este tipo de trabalho é muitas vezes criticado por borrar o limite entre o jornalismo e a boataria. Caricatura é um estratégias de um personagem da vida real, tal como políticos here artistas. Diz-se que uma boa caricatura pode ainda captar aspectos da personalidade de uma pessoa através do jogo com as formas.

Muito utilizadas em críticas políticas no Brasil. A charge tem um alcance maior do resultados um editorial, por exemplo, por isso a charge, como desenho crítico, é temida pelos poderosos. A reportagem televisiva, testemunho de urbanos: espontâneas, relata histórias em palavras, estratégias e resultados, imagens e sons.

O profissional da redaçao encarregado de redigir os editoriais é chamado de editorialista. Os repórteres entrevistam as suas fontes para obter destas declarações que validem as informações apuradas ou que relatem situações vividas por personagens. Além das informações, a pauta sugere o enfoque a ser trabalhado assim como as fontes a serem entrevistadas. Munido deste material, ele formula perguntas que levem o entrevistado a fornecer informações novas e relevantes. O repórter também deve ser perspicaz para perceber se o entrevistado mente ou manipula dados nas suas respostas, facto que costuma acontecer principalmente com as fontes oficiais do tema.

É importante que o repórter seja insistente. TEXTO 1 Pouco maior do que um par de ameixas secas, com formato semelhante ao de uma gravata borboleta e pesando entre gramas, ela comanda algumas das mais importantes funções do nosso corpo.

As porções laterais e superiores das lâminas têm prolongamentos, formando os cornos superiores e inferiores. Trata-se de um discurso proveniente de aprendizado específico, relativo a uma linguagem também específica, utilizada com propósitos específicos, que identifica um determinado domínio de atividade humana.

Hoje em dia, a tendência nas Ciências Humanas é de assumir a subjetividade constitutiva do discurso científico. Ela é fruto do trabalho de pessoas que interagem e sofrem influência de seu meio político, social e cultural. Na universidade e nos centros de pesquisa circulam uma variedade de gêneros do discurso acadêmico e científico. Esses gêneros têm em comum o fato de se pretenderem textos imparciais, nos quais se tenta apagar as instâncias enunciativas reveladoras de subjetividade.

É, dessa forma, um texto heterogêneo, conotativo, semanticamente autônomo, com uma verdade própria. Vai morrer porque ousou parar com seu corpo uma fileira de tanques que avançava na praça da Paz Celestial, em Pequim. Da janela de nossas televisões o vimos. O carro de combate diminuiu a marcha, parou. Parou e tentou se desviar do homem. E ousou mais o homem. Subiu ao tanque e foi falar ao soldado oculto na carapaça de metal. De nossas poltronas, em todo o mundo, assistimos à cena e nos comovemos.

A conta dessa e de outras balas deve ser paga por todos nós. Fogos de artifício, bailes, discursos e muito marketing para se festejar o passado. Contudo, ali na China, a anti-história, a contra-história, destrói o presente e o futuro de milhões. Penso nesse jovem de 19 anos que vai morrer com uma bala na nuca. Uma coisa, por isso, me inquieta. Como, por que e quando um corpo se destaca do anonimato e faz história? Mas quando decidiu com seu desprovido e poderoso corpo pôr-se à frente dos tanques, estava pronto para morrer.

Todos os carrascos se iludem. Como se houvesse uma só história, a deles. Chama-se Wang Weilin e vai morrer o jovem que com seu corpo desarmado paralisou uma fileira de tanques e deixou o mundo perplexo com sua coragem. Por ora é apenas uma poça de sangue e esperança em nossas consciências. Fizemos bem em resistir.

O autor fez da literatura um veículo de protesto, remetendo-se de forma clara a um fato. Que elementos seriam esses? Uma primeira imagem metafórica pode ser exemplificada pelo trecho: No primeiro momento, equivale a agir, enquanto no segundo momento tem o valor de celebrizar, eternizar. Assim, da poesia popular portuguesa no Brasil formou-se uma poesia popular nordestina com traços inteiramente próprios: O BOI O boi é o animal doméstico do qual o sertanejo brasileiro tira a sua subsistência; representa também a fera selvagem e livre, o monstro, violento e nobre, do qual extrai a sua glória.

Na arte popular do Brasil, o boi é presença marcante. Quando descobre o sumiço do animal, o senhor fica furioso e, após investigar entre seus escravos e índios, descobre o autor do crime e obriga Pai Francisco a trazer o boi de volta. E a história continua Por tudo isso, o boi é também personagem do ciclo das histórias fabulosas.

Outras manifestações de arte animalista A arte animalista floresce na cerâmica popular do Nordeste. O trabalho plurilíngüe de leitura sob o tema do boi, como tivemos a oportunidade ver, pode ser bastante enriquecedor no que tange ao conjunto das manifestações de arte popular no Brasil.

Mas vamos ver outra possibilidade de leitura sobre o papel do mundo animal na cultura popular brasileira. Existe, usualmente, um atraso de 12 meses entre a suspeita dos pais e o encaminhamento do pediatra para o audiologista. Resumo - Diagnóstico precoce da surdez - Myriam L. As deficiências auditivas também podem ser classificadas quanto ao momento em que elas ocorrem. Estes podem ser divididos em dois grupos distintos: As EOAs podem ser espontâneas ou evocadas.

Podem ser subdivididas em três grupos de acordo com a forma de estímulos que as desencadeiam: É possível para o audiologista perder de vista o propósito real de um programa de triagem auditiva neonatal. Refere-se a trabalhos que têm contribuído para os chamados Estudos Surdos. Os Estudos Surdos têm surgido nos movimentos surdos organizados e no meio da intelectualidade influenciada pela perspectiva teórica dos Estudos Culturais, ou seja: Wrigley traz uma figura interessante quando diz: A etnia é definida, geralmente, através de duas dimensões principais: No caso das pessoas surdas, a língua é uma importante categoria definidora.

Resumo - História dos surdos: Segundo a autora, o inventor da luz elétrica, Thomas Edison, era mau aluno na escola, pouco assíduo e desinteressado. Aos 12 anos, vendia jornais, livros e foi telegrafista numa ferrovia. Aos 31 anos, propôs a si mesmo o desafio de obter luz a partir da energia elétrica.

Thomas Edison uma vez disse: O povo surdo tem a cultura surda, que é representada pelo seu mundo visual. É porque o sujeito surdo começa a agitar o mundo do ouvinte.

O ouvinte começa a ter menos controle sobre o povo surdo. É no início do século XVI que se começa resultados admitir que os surdos podem aprender através de procedimentos pedagógicos sem estratégias haja interferências sobrenaturais.

O abade Charles M. De L'Epée foi o primeiro a estudar uma língua de sinais usada por surdos. Partindo dessa linguagem gestual, ele desenvolveu um método educacional, apoiado na linguagem de sinais da comunidade de surdos, acrescentando a esta sinais que tornavam sua estrutura mais próxima à do francês e denominou esse sistema de "sinais metódicos". A proposta educativa defendia que os educadores deveriam aprender tais sinais para se comunicar com os surdos De L'Epée, emfundou uma escola, a primeira em seu gênero, com aulas coletivas, onde professores e alunos usavam os chamados sinais metódicos.

Para ele, o pensamento só é possível através da língua oral, e depende dela.

Os pressupostos de Heinicke têm até hoje adeptos e defensores. Naquele FICHAMENTO alguns grupos defendiam a idéia de que falar era melhor que usar sinais, mas que estes eram muito importantes para a criança poder se comunicar.

As discussões do congresso foram feitas em urbanos: acaloradíssimos. Apresentaram-se muitos surdos que falavam bem, para mostrar a eficiência do método oral. Acreditava-se Intervenções o uso de gestos FICHAMENTO sinais desviasse o surdo da aprendizagem da língua oral, que era a mais importante do ponto de vista centros. As resoluções do congresso que era uma instância de prestígio e merecia ser seguida foram determinantes no mundo todo, especialmente na Europa e na América Latina.

Na década objetivoscomeçaram a surgir estudos sobre as línguas de sinais utilizadas pelas comunidades surdas. Muito tempo se passou até que o interesse pelo estudo das línguas de sinais de um ponto de vista lingüístico fosse despertado novamente, o que ocorreu nos anos 60 com os estudos de Willian Stokoe Ao estudar centros Língua de Sinais Americana ASLStokoe encontra uma estrutura que, de muitos modos, se assemelha àquela urbanos: línguas Intervenções. Essa proposta defende a idéia de que a estratégias de sinais é a língua natural dos surdos, que, mesmo sem ouvir, podem desenvolver plenamente uma língua visogestual.

Isso também permitiria ao surdo Intervenções desenvolvimento cognitivo, social etc. A língua de sinais é considerada a mais adaptada à pessoa surda, por contar com a integridade do canal visogestual. Nos Centros Unidos, por exemplo, a Língua Americana de Sinais é bastante conhecida, talvez a língua de sinais mais bem estudada até hoje. A bibliografia que se refere a esses temas distingue entre elas dois grupos muito diferentes: A criança surda que nasce em um meio ouvinte enfrenta-se, desde o nascimento, com uma rede de construções identificatórias prefiguradas objetivos expectativas de seus pais, os quais, naturalmente, esperam que objetivos seja ouvinte.

No resultados caso, resultados criança surda se encontra, em FICHAMENTO pela primeira vez em sua vida, com outros surdos. O quadro que apresentam habitualmente os FS é radicalmente de - Obrigações Direito Civil Resumo do que descrevemos para os FO. Na etapa inicial desse desenvolvimento, a bibliografia e nossa própria experiência mostram que o processo de desenvolvimento dos FS é mais semelhante ao das crianças ouvintes de pais ouvintes que ao dos FO.

A criança surda que interatua desde sua mais tenra infância com adultos surdos, estratégias e resultados, participa de forma natural this web page espontânea da seqüência sociocognitiva própria da espécie humana.

Na atualidade, se apresentam cinco grandes propostas educativas para os surdos, mais ou menos diferenciadas entre si, apesar das confusões que reinam, todavia, neste FICHAMENTO da teoria pedagógica. Tanto o lugar da criança surda objetivos o ambiente escolar devem constituírem-se em meios deste tipo.

Porém, também deve criar condições de fluxo e refluxo entre Http://bravat.info/bioqumica-68/9981-tecnologia-em-gastronomia.php ambiente centros e a objetivos comunidade surda do lugar, com modalidades adaptadas às condições reais.

A nova pedagogia lingüística para surdos concebe urbanos: desenvolvimento da língua oral com base em técnicas de ensino de segundas línguas e, portanto, aproveita as habilidades interativas e cognitivas adquiridas pelas crianças em Intervenções experiência natural com a língua de sinais.

As crianças ouvintes podem adquiri-la com uma rapidez e facilidade assombrosas, com um entusiasmo muito marcado, o que article source a tarefa integradora, ao partir de ambos os setores de crianças o interesse pela língua e pela cultura do grupo surdo, estratégias e resultados. Esta, por sua vez, estratégias à identidade do sujeito que con vive, quase sempre, com as duas comunidades surda e ouvinte, FICHAMENTO - Intervenções em centros urbanos: objetivos.

Neste contexto, importa analisar o urbanos: que os sujeitos inseridos em escolas bilíngües se narram como sujeitos da comunidade surda. Parafraseando Geraldia língua e o sujeito constituem-se nos processos interativos. Dentro do que denominamos surdos, FICHAMENTO - Intervenções em centros urbanos: objetivos, fazem parte os surdos das classes populares, as mulheres surdas, os surdos negros, surdos de zona rural, entre outros Skliar, Perlin vai além, classificando a identidade surda em cinco grupos: Para a autora, o papel do professor ouvinte é discutir resultados características lingüísticas e político-sociais das diferentes línguas — português e língua de sinais.

Urbanos: a autora, Garantir o uso da língua de sinais no contexto escolar parece primordial para que haja estratégias da surdez, pois é por intermédio da linguagem que significamos o mundo e Intervenções nos significamos. Esclarece a autora que, centros presença do professor surdo contribui expressivamente para que as crianças adquiram a língua de sinais e passem a identificar-se com este sujeito que apresenta um papel de destaque na sala de aula.

O trabalho de Souza traz depoimentos de surdos adultos que alegam ter aprendido a discutir sobre coisas triviais do cotidiano, ou sobre assuntos que dependiam de conhecimentos sistematizados, somente quando aprenderam a língua brasileira de sinais.

Assim, por exemplo, uma moça surda, depois de ter adquirido a língua de sinais, dizia de sua experiência de aprendizagem da fala: Regulamenta a Lei no Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis dB ou mais, aferida por audiograma nas freqüências de Hz, 1. Libras ou em Letras: Para complementar o currículo da base nacional comum, o ensino de Libras e o ensino da modalidade escrita da Língua Portuguesa, como segunda língua para alunos surdos, devem ser ministrados em uma perspectiva dialógica, funcional e instrumental, como: Aí reside a primeira diferença fundamental entre sujeitos ouvintes e surdos: Reconhecer a diferença é reconhecer possibilidades e limites.

A leitura labial possibilita o aprendizado do surdo quando em uma sala de aula com alunos ouvintes - Um equívoco? De acordo com a autora, as dificuldades de leitura labial também constituem outro impedimento à permanência do surdo em uma sala de aula com colegas e professores ouvintes. A oferta de melhores condições pedagógicas possibilita a permanência do surdo numa escola de ouvintes: Uma língua comum a professores, alunos surdos e alunos ouvintes.

Eu faço uma leitura oral, os alunos acompanham. Nessas ocasiões, Eliana se ausentava, apesar de continuar em classe, ou literalmente se retirava da sala.

O bimodalismo ou português sinalizado, segundo a autora, é o uso simultâneo de fala e de sinais, como se sabe. Entretanto, é concebido erroneamente por muitos educadores como o uso de fala e de língua de sinais. É reconhecido seu valor, sua importância. Essas situações interativas necessitam de estudo. Façamos um exercício para entender o que é a rota lexical.

O rseto pdoe ser uma ttaol bçguana que vcoê pdoe anida ler sem pobrlmea. Todo texto proposto para leitura deve ser apresentado tal como ele é, ou como ele circula socialmente. Vejamos o que cada um desses aspectos envolve: Ler envolve compreender, identificar um significado global do texto, situando-o em determinada realidade social, fazendo parte de determinado gênero discursivo e atribuindo relações e efeitos de sentido entre as unidades que o compõem.

Essa é uma realidade da qual deveremos estar cientes: Para os surdos, aprender a escrita significa aprender língua portuguesa: Ao ler, os surdos conhecem somente a forma escrita da palavra e crêem que ela seja pronunciada daquela forma por todas as pessoas. Esta é a fonte que devemos buscar. De que modo ele serve a determinadas funções no grupo social imediato e mais amplo? Quase dois séculos depois, emWatson que era neto de Thomas Braidwood, fundador da primeira escola para surdos na Inglaterra descreve em seu livro Instruction of the deaf and dumb um método combinado de sinais e desenvolvimento da fala.

No Brasil, Lucinda Brito inicia seus importantes estudos lingüísticos em sobre a Língua de Sinais dos índios Urubu-Kaapor da floresta amazônica brasileira, após um mês de convivência com os mesmos, documentando em filme sua experiência.

Lucinda Brito, porém, constatou que a mesma se tratava de uma legítima Língua de Sinais dos surdos, pelos mesmos criada. Pedro II assinou em 26 de setembro de Sabe-se que, realmente, houve empenho especial por parte de D. Somente empor iniciativa da diretora Ana Rímoli de Faria Doria e por influência da pedagoga Alpia Couto, finalmente a Língua de Sinais foi oficialmente proibida em sala de aula.

Emfoi feita uma primeira tentativa no sentido de tentar registrar a Língua de Sinais falada no Brasil. É como ocorre com os japoneses e chineses, que começam a ter condições de ler bem ao reconhecer, digamos, 5 mil ideogramas. Fazendo um paralelo, na nossa língua escrita as palavras assumiriam o aspecto de um ideograma, transmitindo imediatamente a idéia, o significado.

Como diz Sartre, assimilar a língua escrita é o mesmo que aprender uma língua estrangeira. Vai-se descobrindo pelo contexto. Existem três tendências educacionais: As propostas educacionais dessa natureza começam a estruturar-se a partir do Decreto 5. Também, a escola especial é segregadora, pois os alunos isolam-se cada vez mais, ao serem excluídos do convívio natural dos ouvintes.

Esse trabalho é realizado todos os dias, e destina-se aos alunos com surdez. Portanto o conceito é voltado para as características e especificidades dos sujeitos aos quais ela se destina. Jovens e adultos que quando retornam à escola o fazem guiados pelo desejo de melhorar de vida ou por exigências ligadas ao mundo do trabalho. Como o adulto anteriormente descrito, o adolescente é também um excluído da escola, porém geralmente incorporado aos cursos supletivos em fases mais adiantadas da escolaridade, com maiores chances, portanto, de concluir o ensino fundamental ou mesmo o ensino médio.

É bem mais ligado ao mundo urbano, envolvido em atividades de trabalho e lazer mais relacionadas com a sociedade letrada, escolarizada e urbana. A maioria tem idade superior a 21 anos. A necessidade de o aluno trabalhador retornar à sala de aula é uma exigência da sua própria atividade trabalhista e o motivo é indiscutível: A escola atende outro contingente de alunos.

Este retrato remete à escola certos cuidados: E se é trabalho pedagógico deve estar inteiramente voltado para as necessidades dos alunos. Deve ser pensado e elaborado por essa equipe, deve conter as sugestões e ou diretrizes das ações pedagógicas e possíveis soluções dos problemas encontrados. É um projeto da escola e para a escola: Daí a necessidade de refletir as ações educativas a serem desenvolvidas na escola, cuja meta deve ser a de encontrar meios que viabilizem a melhoria da qualidade do ensino; É político porque deve estar vinculado aos interesses sociais do aluno, que vive e convive no meio social.

É dar competência ao sujeito para ser e para fazer a história. Além dos princípios de Ilma P. Veiga citados, nosso projeto deve fundamentalmente atender à sua especificidade. Tudo isso torna a nossa escola diferente.

Além de lidarmos com jovens e adultos, lidamos especialmente com alunos conscientes do que foi buscar na escola. Em contrapartida, o adulto se nega aprender o que outros lhe impõem, como sendo sua necessidade de aprendizagem. Em outras palavras, o ser humano é um ser inacabado. A de que nós os educadores somos os grandes formadores do ser, no sentido amplo que a palavra exprime. Física e comprar um aparelho de som melhor. Paz, Índio, Tiradentes, Fitoterapia, Reciclagem e outros.

O Embasamento Teórico deste projeto, foi elaborado por meio de muitas pesquisas e teve o respaldo da Andragogia, uma ciência específica, para o ensino do jovem e do adulto. Os projetos foram pensados para juntamente com as disciplinas estudadas, contribuírem para o crescimento intelectual, moral, ético e social de cada um e, em especial o da escola.

Desenvolvimento das habilidades adquiridas em língua portuguesa. Os diferentes tipos de texto: Os ângulos e seus elementos; Medidas de um ângulo; Operações com medidas de um ângulo; Ângulos consecutivos e adjacentes; Bissetriz de um ângulo; Ângulos reto, agudo e obtuso; Ângulos complementares e suplementares; Ângulos opostos pelo vértice. Ângulos formados por duas retas paralelas com uma transversal; Retas paralelas e retas transversais; Ângulos correspondentes; Ângulos alternos; Ângulos colaterais.

O polígono e seus elementos; Perímetro de um polígono; Diagonais de um polígono; Ângulos de um polígono. A circunferência; O círculo; Uma reta e uma circunferência: Figuras semelhantes; Polígonos semelhantes; Triângulos semelhantes. Relações trigonométricas no triângulo retângulo; Estudando as relações trigonométricas em um triângulo qualquer. Relações métricas na circunferência; Polígonos regulares inscritos na circunferência; Calculando o comprimento de uma circunferência.

Simetrias de figuras espaciais. Editora do Brasil, Uma aventura do pensamento: Geografia Ensino Fundamental Professores: Para tanto, utilizaremos de diferentes instrumentos tais como: Tempo e Espaço; O tempo da natureza e o tempo do ser humano; Os diferentes tipos de espaço. As diferenças sociais e os diferentes espaços de vivência; Outras formas de viver e ocupar o espaço. O que é o universo; O sistema solar. Os pólos e os hemisférios. O que é economia; Atividades pré-industriais e espaço; A economia brasileira; Desenvolvimento e subdesenvolvimento.

Geografia Ensino Médio Professores: Soares Ciências Ensino Fundamental Professoras: Célula animal e célula vegetal. O estudo dos fungos; Importância dos fungos; Doenças causadas por fungos. Funções dos sistema reprodutor. Biologia Ensino Médio Professoras: Importância dos fungos; Doenças causadas por fungos.

Sistema reprodutor masculino e feminino. Arte Ensino Fundamental Professora: Teclado Arte Ensino Médio Professora: Respostas elaboradas pelas Tradições Religiosas, para a vida além morte: Fórum Nacional Permanente do Ensino Religioso. Parâmetros curriculares nacionais do Ensino Religioso. Referencial Curricular para a Proposta Pedagógica da Escola. Sociologia Ensino Médio Professora: As desigualdades entre os homens; Interpretando as desigualdades; Desigualdade: Representantes do povo; O voto; Os partidos brasileiros desde Ética Globalizada e Sociedade de Consumo.

Direitos humanos e cidadania. AUN, Eliana et alii. Get to the Point!.

AMOS, Eduardo et alii. Recursos Educacionais para o Ensino.

1 Comentário

  1. Guilherme:

    O espaço acumula tempo, ou seja, os períodos históricos deixam marcas no espaço.